Privilégio e responsabilidade

Por Adriana

Converti e me batizei em 1981. Sou filha de pais cristãos e cresci nesse ambiente de igreja, escola bíblica, acampamentos, encontros de jovens, classe de criança, juniores, etc… Porém, meus pais sempre me ensinaram que ser filho de cristão não representava a minha salvação e que, para isso, eu deveria passar pelo processo da conversão levando-me a compreender o que isso significaria.

Isso ficou firme na minha cabeça e um dia, numa pregação evangelística de um pastor chamado Miqueias (Recife), entendi o plano da salvação e aceitei. A maior mudança em minha vida foi ter assumido a responsabilidade da minha decisão em termos de testemunho e uma vida buscando glorificar a Deus.

Ao longo da minha caminhada tive o privilégio de ter contato com estudos que firmaram ainda mais esse compromisso com o Senhor, o que me fez também enxergar a responsabilidade com vidas não cientes sobre quem Jesus Cristo. Hoje, meu maior desafio é esse influenciar pessoas ao ponto de elas saberem a diferença em ser e não ser filho de Deus.

Sou privilegiada por ter tido acesso ao evangelho cedo, mas isso colocou sobre mim uma responsabilidade ainda maior com as vidas que passaram em minha vida.

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