ABU foi instrumento de Deus para tirar Priscila do mormonismo

Por Priscila Coghi

Priscila

Converti-me aos nove anos de idade. Meus pais se casaram na igreja em que se conheceram, mas se separaram 6 anos depois (eu tinha 5), época em que também se desviaram da fé. Por influência de um amigo da escola, fiz dois anos de catecismo até que, aos meus nove anos,  minha mãe voltou a frequentar uma igreja evangélica, pentecostal, onde eu me batizei aos 11. Aos meus 13, quando nos mudamos de volta para Campinas (SP), conhecemos a igreja, batista, que frequentamos atualmente. Nessa época, uma de minhas tias paternas apresentou-me à igreja conhecida popularmente como Mórmom (A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias), a qual frequentei dos 15 aos 20 anos. A princípio, apenas afastei-me desta igreja por ter passado no vestibular em outra cidade, o que exigiu que eu abrisse mão das poucas responsabilidades que assumira. Assim, já com diversas dúvidas acerca da veracidade bíblica das doutrinas desta igreja, fiquei por uns dois meses refletindo e orando sobre o que deveria fazer.

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